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02 março 2010

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Benefícios da atividade física





Todos nós sabemos que a prática regular de atividade física traz enormes benefícios para a nossa saúde. Mas, você sabe quais são eles? Pois é, são tanto que fica difícil enumerarmos.

A atividade física pode melhorar o sono em adultos e idosos que apresentam insônia. O mecanismo é simples. Com 30 a 40 minutos de caminhadas ou exercícios de baixo impacto pelo menos 3 vezes na semana, sua musculatura relaxa, reduzindo o estresse, levando a melhores noites de sono.

Além disto, ajuda na perda e controle de peso de forma saudável. Só com a atividade física conseguimos diminuir o peso sem perder massa muscular. E, como se sabe, a perda de massa muscular é extremamente prejudicial para aqueles que desejam emagrecer com saúde.

Protege de doenças sérias como doenças cardíacas, hipertensão arterial, estresse, depressão. Além disso, mulheres que fazem exercício com regularidade apresentam menores índices de câncer de cólon e mama. Outro grande benefício da atividade física é prevenir osteoporose, artrite, diabetes e até mesmo alguns tipos de câncer.

Um famoso professor de medicina de Harvard, Dr. Walter Willett diz em um dos seus maiores estudos a seguinte frase: “À exceção de não fumar, a atividade física é a única opção que você pode ter para buscar uma vida mais saudável e manter afastadas doenças crônicas“.

E é assim que temos que encarar a atividade física, não só como uma questão de estética, mas uma questão de saúde, bem estar e prevenção de diversas doenças que atingem a população atual em enormes proporções.

Por isso, procure orientação profissional adequada para que a sua prática diária de atividades possa acontecer de forma saudável, evitando lesões e fadiga muscular.




Nutricionista do DietaCerta

01 março 2010

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Estudo britânico vincula excesso de Internet à depressão





Internautas estão substituindo interação da vida real por sites de relacionamento e bate-papo.

Quem passa muito tempo na Internet tem mais propensão a apresentar sintomas de depressão, disseram cientistas britânicos nesta quarta-feira, 3. Não está claro, no entanto, se a Internet causa depressão ou se a rede atrai os deprimidos.

Psicólogos da Universidade de Leeds disseram ter notado uma “impressionante” evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão na qual substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social.


“Este estudo reforça a especulação pública de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência”, disse a principal autora do estudo, Catriona Morrison, em artigo na revista Psychopathology. “Este tipo de ’surfe aditivo’ pode ter um sério impacto sobre a saúde mental.”

No primeiro grande estudo com jovens ocidentais sobre essa questão, os pesquisadores analisaram o uso da Internet e os níveis de depressão entre 1.319 britânicos de 16 a 51 anos de idade. Concluíram que 1,2% deles eram viciados em internet.

De acordo com Morrison, esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites com conteúdo sexual, de games ou de comunidades online. Tinham também uma incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais.”O uso excessivo da Internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro – as pessoas deprimidas são atraídas para a Internet, ou a Internet causa depressão?”, escreveu Morrison.

“O que está claro é que para um pequeno subconjunto de pessoas o uso excessivo da Internet poderia ser um sinal de alerta para tendências depressivas.”

Morrison notou que, embora o porcentual de 1,2% de dependentes da Internet seja “pequeno”, representa o dobro da incidência dos viciados em jogo na Grã-Bretanha, que é de cerca de 0,6%.




Fonte: news.bbc
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Depressão pode desencadear a obesidade apenas em mulheres




A depressão aumenta os níveis de cortisol – conhecido como hormônio do estresse – tanto em homens quanto nas mulheres, porém apenas elas sentem o efeito desse processo no peso, segundo pesquisa da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA. De acordo com a pesquisadora Elizabeth J. Susman, esse hormônio que regula diversas funções metabólicas no organismo pode levar apenas as mulheres à obesidade.
Em testes com 111 garotos e garotas com idades entre oito e 13 anos, os especialistas observaram que a presença de sintomas depressivos estava associada com picos nos níveis de cortisol na saliva dos participantes. Mas testes de estresse mostraram que maiores reações do cortisol ao estresse estavam associadas à obesidade apenas entre as meninas.


Baseados nos resultados, os pesquisadores destacam que, “se a depressão for tratada precocemente, isso poderia ajudar a reduzir os níveis de cortisol e, assim, ajudar a reduzir a obesidade”. Por isso, eles recomendam maior atenção dos pais e dos profissionais de saúde a sintomas de depressão entre as crianças, e ressaltam a necessidade de abordagens de saúde pública direcionadas à redução da depressão e da obesidade.




Fonte: (Todos os arquivos estao na propria internet)