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08 janeiro 2012

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As respostas de Deus para perguntas difíceis


Onde Deus estava quando isso aconteceu comigo?
Ele estava lá e Ele vê tudo (Pv 15:3)


Ele não se importou?
Sim, Ele se importou e continua se importando (Na 1:7; 1 Pe 5:6-7)


Como um Deus amoroso pôde permitir que algo assim acontecesse?
Deus deu à sua criação a liberdade de escolher. Ele não criou as pessoas para serem marionetes.( DT 30:15-20)



O Senhor entende como eu me sinto?
Sim, mais do que qualquer outra pessoa. (Isaías 53:3; Hb 4:15)


Posso me recuperar?
Todas as coisas são possíveis para Deus. (Mt 19:26)
Ele deseja curar você. (Jr 17:14)


Como posso ser curado?
Confiando que Deus é fiel em cumprir sua palavra.(Sl 18:25)


Por onde começo?
Deus ouve você - Confesse sua mágoa (Sl 34:17-18), coloque a mágoa nas mãos Dele (1Pe 5:7), e perdoe a pessoa que magoou você (Cl 3:13).


Não é difícil perdoar?
Sim, é difícil perdoar. No entanto, Deus capacitará você a obedecer aquilo que Ele ordenou. ( 1Ts 5:24), compreenda que Deus perdoou você. ( Ef 4:32)



O que devo fazer, então?
Não se vinge - Deus tratará da pessoa que ofendeu você. (Rm 12:19).
Não guarde rancor - Prossiga com sua vida (Is 43:18-19).
Procure o bem que resultará dessa situação difícil ( Rm 8:28)


Quando serei curado?
A cura de mágoas profundas leva tempo (Ec 3:3).
Nesse processo, é preciso encarar o mal que foi feito ( Sl 51:6); reconhecer os seus sentimentos ( Ec 3:4-8); Aplicar a verdade de Deus expressa em Sua palavra( Sl 107:20).





Fonte: Bíblia e a Ciência
http://aultimaadvertenciaaomundo.blogspot.com/

11 janeiro 2011

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101 Idéias para o Evangelismo Familiar


"O lar cristão é … em comparação a mais poderosa agência evangelizadora no mundo...
Os lares com sua amável influência convertem mais pessoas que todos os pregadores colocados juntos. Dê-nos suficiente deste evangelismo, e logo o mundo será cristão…”. (David e Vera Mace). Aqui há sugestões para apresentar a mensagem aos que estão dentro e fora de nossos lares.

PREPARAÇÃO PESSOAL

1. Estudar cuidadosamente alguns versículos como Efésios 2:4-8, 13; II Coríntios 5:21; Romanos 5:12-20; 8:1, que apresentem as boas novas da salvação em Cristo Jesus.

2. Refletir no amor de Deus. Que pessoas têm influenciado profundamente a compreender o amor de Deus? Como está aumentando sua compreensão do amor de Deus?
3. Desenvolver com muita oração seu testemunho pessoal de fé e segurança de salvação em Cristo. Escrever seu testemunho pode ajudar-lhe a pensar melhor…

4. Fazer uma lista de versículos que falem a você do amor de Deus. Estuda-los e memoriza-los para compartilhar como seu testemunho pessoal.

COMPARTILHAR SUA FÉ NO LAR

5. Compartilhar seu testemunho com seu cônjuge.Escutar o testemunho de seu cônjuge.Como o Evangelho tem influenciado sua relação?

6. Mostrar a graça de Deus T
rabalhando em sua vida sendo compreensivo com seu cônjuge, e compartilhando mutuamente seus pensamentos e profundos sentimentos.

7. Tomar tempo para compartilhar com seu cônjuge o que sua fé significa para você.Como essa fé lhe ajuda a controlar a ira, a resolver conflitos, ou a encarar a depressão?

8. Esforçar-se para elevar e animar seu cônjuge com palavras de ânimo e elogios apropriados.

9. Fazer o culto e orar juntos regularmente.

COMO GANHAR UM CÔNJUGE QUE NÃO CRÊ NO SENHOR

10. Ser uma fonte de estímulo emocional e espiritual para o cônjuge que não crê, lutando para não julgar seu comportamento, mas oferecendo-lhe regularmente elogios e palavras de ânimo.

11. Dar um exemplo sincero de fé e da graça de Deus, vivendo com honestidade sua crença Adventista diante de seu cônjuge…
Reconhecendo suas debilidades e faltas, e sua necessidade de melhora.

12. Compartilhar com seu cônjuge sobre o perdão e contínuo reavivamento que encontra em Cristo. Tudo o que têm aprendido na sua relação com Cristo faça melhor sua experiência matrimonial.

13. Fazer esforços extras para identificar e enfatizar as coisas que você e seu cônjuge tem em comum. Buscar os pontos em que concordam.

14. Participar alegremente em todos os aspectos possíveis da vida de seu cônjuge sem comprometer seus princípios.

15. Descobrir juntos novas atividades e amizades para substituir aquelas que foram deixadas atrás por causa de sua fé, dando-se conta que a força do vínculo de amor que os une é o mais importante para ganhar seu(ua) amado(a) para Cristo.

16. Ao fazer amizades na igreja, convide homens para que sejam amigos de seu esposo, ou mulheres para que sejam amigas de sua esposa.

17. Convidar seu cônjuge para participar nas atividades da Igreja, tais como: sociais, seminários de saúde, eventos familiares, retiros, acampamentos ou programas de manutenção.

18. Animar seu cônjuge a participar em alguns aspectos da igreja ajudando com suas habilidades e experiência.

UMA CRIAÇÃO MISSIONÁRIA

19. Fazer uma lista das mudanças que gostaria de fazer para que sua forma de criar seus filhos seja mais evangelizadora.

20. Fazer com que o Evangelho seja mais atrativo para seus filhos com uma atitude positiva ao relacionar- se com eles, sorrindo sempre e tratando de compreende-los.

21. Cantar para as crianças cânticos que lhes falem do amor de Deus.

22. Orar por cada um de seus filhos, praticando o amor de Deus e seu amor por eles em suas orações.

23. Explicar para a criança em termos simples o amor de Deus como está descrito em Sua Palavra.

24. Pedir perdão para seu filho quando você tiver feito algo que tenha lhe causado dor.

25. Mostrar-lhe amor incondicional e aceitação. Evitar dar-lhe uma mensagem equivocada dizendo: “Amo você se…”.

26. Fazer planos para que as crianças tenham oportunidade de fazer suas próprias decisões de confiar em Cristo.

OS FAMILIARES

27. Orar sempre para que seus familiares aceitem a mensagem.

28. Preparar com a família uma lista de esforços específicos que possam fazer para levar Cristo a seus familiares.

29. Fazer planos de comunicar-se com cada familiar por quem a família está orando – por telefone, por carta, ou visitando para oferecer- lhe primeiramente uma expressão de seu amor e compartilhar seu entusiasmo.

AMIGOS E VIZINHOS

30. Compartilhar com sua família durante o culto familiar as oportunidades especiais que são apresentadas durante o dia para compartilhar a mensagem – na família, no trabalho, na escola e na vizinhança.

31. Conversar com a família do interesse espiritualdemonstrado por algumas pessoas no trabalho, na vizinhança, na escola e nos círculos familiares.

32. Fazer uma lista incluindo os 10 vizinhos mais próximos.

33. Conversar durante o culto das diferentes formas de testemunhar aos indivíduos desta lista.

34. Animar as crianças a fazer algumfavor ou atividade com amor para aqueles que não são tão
afortunados como elas.

35. Cooperar com seus filhos em alguma tarefa de serviço cristão que esteja dentro de suas habilidades, de sua força e interesse e no qual tenham êxito e se sintam felizes.

36. Ajudar aos filhos maiores e aos jovens a formar grupos com seus amiguinhos e companheiros de escola para ajudar em algum projeto missionário.

DONS ESPIRITUAIS

37. Usar alguns períodos do culto familiar lendo e estudando alguns versículos que enumerem os dons espirituais – Romanos 12; I Coríntios 12, 13; Efésios 4.E que cada um expresse sua opinião na forma que nos ajudam a identificar nossos dons espirituais.

38. Ler biografias dos pioneiros Adventistas e de outros notáveis líderes cristãos cujo espírito de
serviço e dons espirituais sirvam de ânimo para sua família.

39. Pensar e orar juntos para descobrir quais são os talentos e habilidades de cada membro da família. Dar graças a Deus juntos por essas habilidades e talentos.

40. Os dons que Deus deu aos filhos podem ser diferentes dos vossos como pais.Convidar a membros de igreja, que tenham dons espirituais e habilidades mais semelhantes aos de seus filhos, para que compartilhem suas experiências com eles e lhes sirvam de modelo e exemplo.

41. Expresse sua gratidão em forma especial pelos talentos singulares, e os dons e habilidades de cada membro da família, confirmando assim a contribuição de cada um para que a atmosfera do lar seja tranqüila e eficiente.

42. Pensar e orar juntos para saber de que forma as habilidades do pai, da mãe, da irmã, do irmão e de qualquer outro membro da família podem ser usados por Deus no lar, na igreja e na obra missionária na comunidade.

43. Depois de reconhecer os talentos e habilidades, cada membro prepare um plano simples com uma ou duas coisas específicas que pode fazer para testemunhar por Deus.As crianças podem desenhar o que podem fazer.

44. Peça aos membros da família que compartilhem regularmente como Deus os têm ajudado ao usar os talentos e habilidades nas atividades diárias.


UM PROJETO MISSIONÁRIO DE FAMÍLIA

45. Planeje como usar os diferentes talentos da família em um projeto missionário especial. Consiga sugestões dos líderes da igreja para ver em que projetos sua família pode ajudar.

46. Conseguir a participação de sua família para que todos os membros de diferentes idades possam participar, guardando um equilíbrio entre as necessidades da família e a necessidade de compartilhar com outros. Procurar escolher um projeto cujos resultados possam medir-se e
que assim todos possam experimentar satisfação e obter êxito.

47. Ler a Bíblia ou algum livro com a mensagem a uma pessoa idosa ou a um cego.

48. Visitar uma pessoa inválida.

49. Ir à mercearia para comprar alimentos para uma pessoa inválida.

50. Escrever uma carta de consolo para uma família enlutada, que está sofrendo ou desanimada.

51. Visitar enfermos.

52. Conceder um empréstimo sem juros para uma família que está passando por problemas financeiros.

53. Fazer um bolo para uma pessoa desamparada.

54. Fazer sanduíches ou salgados para distribuir aos desamparados.

55. Oferecer uma cesta de alimentos de forma regular a uma ou várias famílias necessitadas.

56. Cortar a grama, recolher as folhas ou limpar o jardim, de alguma pessoa idosa.

57.Uma vez por semana prover cuidado para o filho de uma mãe ou de um pai solteiro.

58. Repartir literatura de casa em casa em alguma parte específica da cidade regularmente.

59. Ir cantar ou tocar um instrumento em um hospital ou em uma casa de anciãos.

60. Dar umas poucas horas de serviço ocasionalmente para famílias que necessitem ajuda para cuidar de suas crianças, remodelar sua casa ou aprender a direcionar o seu dinheiro.

61. Oferecer seu lar para uma pessoa jovem que esteja em necessidade.

62. Dar de presente uma roupa nova ou usada para pessoas necessitadas ou dá-la em um centro de distribuição.

63. Sair com sua família para recolher dinheiro para a Recolta.

64. Colocar seu endereço em envelopes de visitação para reuniões evangelísticas.

65. Inscrever seus vizinhos em cursos bíblicos por correspondências.

66. Distribuir convites para as reuniões evangelísticas.

67. Perguntar para as crianças menores se querem compartilhar alguns de seus brinquedos com as crianças pobres.

68. Usar seu carro para levar visitas para as reuniões evangelísticas.

69. Convidar seus amigos para uma Feira de Saúde ou para uma Classe de Cozinha.

70. Convidar um ou doisamiguinhos de seus filhos para irem à Igreja e então almoçar com vocês. Prover-lhes transporte se o necessitarem.

71. Reunir-se com sua família para pensar e encontrar diferentes idéias para “ajudar e abençoar a outros”.Que ato de amor pode sua família fazer imediatamente para algum familiar, para a igreja, para a vizinhança ou para a comunidade?

72. Se há algum projeto missionário que se possa incorporar durante o tempo do culto familiar, tais como preparar envelopes de visitação, ou desenvolver estudos bíblicos, faça planos de faze-lo e dê tempo aos membros da família para expressar como se sentem sobre o projeto.

MORDOMIA DA FAMÍLIA

73. Planejar dar uma oferta especial para o Décimo Terceiro Sábado.

74. Escolher um projeto de Inversão. Pedir informação e sugestões ao Diretor de Inversão ou ao Diretor de Escola Sabatina de como sua família pode envolver-se em recolher fundos para as missões.

75. Separar um “Fundo para o Senhor” no orçamento familiar ademais do dízimo e ofertas regulares. Este dinheiro deverá ser guardado no tesouro familiar e poderá ser usado quando algum membro da família se sente impressionado por Deus a ajudar em algum projeto missionário especial ou para alguma outra necessidade que lhe chame a atenção.

76. Além dos dízimos, ofertas e compromissos com a igreja, orar por alguma obra missionária em que sua família pode participar com
sacrifício.

A ARTE DA VISITAÇÃO

77. Pedir a alguém experiente na arte de fazer visitas para acompanhar sua família, ou a alguns membros da mesma, em uma visitação pela vizinhança.Que essa pessoa os instrua quanto aos bons modos, a conversaçãoa conduta corretas para estas visitas.

78. Para prover oportunidade de conhecer os vizinhos e começar a cultivar amizade, levar um presente de “Boas-vindas a Vizinhança”, para alguma família que tenha se mudado recentemente.
79. Levar um presente de “Felicitações pelo Nascimento do Bebê”, à família que tenha um recém-nascido.

80. Levar um presente de “Felicitações pelo Casamento”, a um novo casal.

81. Levar algo especial à família que tenha experimentado alguma morte ou desgraça.

82. Convidar seus vizinhos para algum programa especial da igreja, como a Escola Bíblica de Férias, alguma celebração especial, aos encontros sociais, etc., para prepara-los a receber um convite para assistir às reuniões evangelísticas ou aos serviços regulares da Igreja.

83. Levar um prato especial de comida para seu vizinho. Permitir que as crianças tomem parte na preparação e em leva-lo.

84. Procurar presentear aos seus vizinhos com aquilo que lhes agrada, por exemplo, um ramo de flores para aqueles que gostam de flores, ou selos para quem coleciona selos, ou uma receita de cozinha para aqueles que gostam de cozinhar.

85. Presentear seus vizinhos com coisas que seus filhos gostam.Como livros de histórias, livros com histórias ou gravuras.Estas são coisas que as crianças e os adultos irão apreciar.

86. Pedir um favor para seu vizinho. Mostrar-lhe, que como família você também necessita de amizade.Isto vai colocar você no mesmo terreno e abre as portas para o companheirismo.

87. Ao visitar seus vizinhos ou conhecidos faça uma curta oração ao despedir-se.Esta oração pode ser um poderoso testemunho de sua fé em Deus, de Seu cuidado, e da verdade que você crê.

88. Convidar outras famílias, a seus conhecidos ou aqueles a quem você queira conhecer melhor para unir-se com sua família para celebrar o culto familiar.Fazer um serviço curto, interessante e animado.Escolher cânticos fáceis e fazer orações curtas e simples.Escolha algumas gravações para escutar ou algumas leituras apropriadas ao nível dos presentes.

89. Convidar outros para comer em sua casa.Oferecer-lhes sua amizade,um modelo de temperança, de vida saudável com os alimentos que servir.

90. Convidar outros para unir-se à sua família em uma pequena excursão ou atividade recreativa ou típica dos momentos saudáveis que passam juntos em família.

TESTEMUNHANDO AO MUNDO

91. Aprender os nomes dos lugares onde estão servindo pessoas que você conhece ou que servem às missões. Orar diariamente pela família destes missionários.

92. Conseguir os endereços de missionários estrangeiros e animá- los com suas cartas.

93. Tomar especial interesse nos aspectos missionários do Décimo Terceiro Sábado. Ir à Biblioteca e aprender sobre o lugar, as pessoas e as necessidades específicas do lugar onde está localizado o projeto.Orar por esse projeto com sua família para poder ajudar com uma oferta de sacrifício.

94. Averiguar com o pastor ou com a liderança de sua igreja onde estão localizadas as áreas não penetradas pelas Missões Adventistas do Sétimo Dia seja em seu país ou em outros lugares. Aprender tudo o que puder da área e seus habitantes.Orar para que as portas se abram para
evangelizar estas pessoas.
95. Perguntar ao seu pastor ou a outros líderes da igreja como pode encontrar um amigo em um país estrangeiro para escrever-lhe.Que os membros de sua família escrevam para pessoas de sua idade e que compartilhem com sua família o que aprenderam da vida nesse outro país.

96. Há muitas oportunidades para adultos e jovens de servir por um curto tempo como missionários em outros países. Estas oportunidades de serviço estão disponíveis por meio da Associação Geral em conexão com as instituições educacionais e organizações privadas.Averigue com seu pastor ou com os líderes de sua igreja sobre as possibilidades para que os membros de sua família possam servir nas missões. Se for possível,
fazer planos para participar nessa experiência missionária.

97. Enquanto a mensagem Adventista circunda o mundo, a necessidade de obreiros com ampla variedade de profissões e ocupações para trabalhar no exterior, se faz cada vez maior.Consultar com o pastor ou com os líderes da igreja e orar pela possibilidade de que um dos membros de sua família alcance servir ao Senhor tempo completo nas missões.

98. Escolher uma quadra de sua cidade onde não tenha adventistas e considera-la como sua “área missionária não penetrada” para fazer visitas missionárias, distribuir literatura e ganhar
outros para Cristo.

99. Fazer um estudo com sua família, de uma das principais religiões não cristãs do mundo.Conversar sobre as formas criativas como os Adventistas podem alcançar a estes grupos com as boas novas de Jesus.Que pontos de suas crenças religiosas os fazem receptivos?

100. Se tiver que mudar com sua família para outro lugar, considere com oração a possibilidade de mudar -se para outra região, onde haja poucos Adventistas ou nenhum para testemunhar ali.

101. Falar aos seus filhos, à medida que crescem, das bênçãos e da importância do serviço missionário seja em seu país ou no estrangeiro, e da possibilidade de viver em outras partes do país onde há necessidade de estabelecer a presença da Adventista do Sétimo Dia.



Compilado e Editado por Ronald e Kaem Flowers – Ministério da Família da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia 2001.

10 dezembro 2010

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JÓIAS NA BÍBLIA


Finalmente, após anos de debates às vezes calorosos, uma publicação nova aborda as dúvidas sobre o que a Bíblia ensina sobre o uso de jóias. O Dr. Angel Manuel Rodriguez, colunista da Adventist Review e diretor associado do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Conferência Geral, colocou em palavras uma visão do assunto, sob o ponto de vista bíblico, livre de sentimentos e depois de muito pesquisar. Em 125 páginas, JÓIAS NA BÍBLIA explora as implicações de como a Bíblia lida com essa questão e como isso se relaciona com a vida cristã.

Publicado este ano, o livro proporciona informação atualizada que deve ser levada em consideração antes de se chegar a conclusões. Aqueles que estão dispostos encarar o assunto sem pré julga-lo devem aproveitar a oportunidade para ler o livro por inteiro.

Aqueles que acreditam na Bíblia como norma de fé e prática, estão dispostos a compreender como seus ensinamentos sobre o uso de jóias afetam a vida cristã de cada um. Reconhecemos que as pessoas são muito sensíveis no que diz respeito a regras sobre o que usar ou não usar, mas a questão neste caso é definida pela autoridade da Bíblia em nossas vidas. Os adventistas se dizem sempre dispostos a submeterem-se à vontade de Deus expressa nas escrituras, e por esta razão nos sentimos à vontade para explorar as implicações dos ensinos bíblicos sobre jóias para nós hoje. Interessante que este assunto não é tão complexo como muitos acreditam, uma vez que entendemos o ponto de vista bíblico sobre o assunto. Então, vamos explorar algumas das implicações.



A. ALGUMAS IMPLICAÇÕES

1. Posição Adventista sobre o uso de jóias e a Bíblia
A posição adventista concernente ao uso de jóias rejeita o uso das jóias ornamentais e aceita que existam jóias funcionais, e que o uso destas não necessariamente viola o padrão. Como visto acima, isto é o que a Bíblia declara com respeito ao uso de jóias. É verdade que para algumas pessoas é difícil aceitar o conceito de que as jóias hoje podem ter funções diferentes, mas elas, mesmo no mundo ocidental servem para várias utilidades. Jóias religiosas são comuns entre os integrantes do movimento Nova Era e também entre cristãos ( o crucifixo, entre os católicos); e o interesse no ocultismo tem trazido o uso de jóias para proteção. Em alguns países as jóias indicam a posição social de responsabilidade de reis, rainhas e chefes tribais. É claro que a jóia funcional mais conhecida é a aliança matrimonial, usada como símbolo de amor e comprometimento entre o casal. Entretanto, na maioria dos casos a função principal das jóias hoje, parece ser ornamental. É este aspecto ornamental que a igreja, de acordo com as escrituras, tem rejeitado e tido como inapropriado para os cristãos.

Jóias ornamentais usualmente, mas não exclusivamente, se encontram na forma de brincos, anéis, anéis de nariz, pulseiras, colares e pulseiras de tornozelo, e são usadas para sofisticar a aparência do indivíduo. De uma certa maneira esta é a definição implícita de jóias ornamentais que encontramos no “Action on Display and Adornment” feita durante o Concílio Anual da Conferência Geral em 1972. Diz: “Adereços pessoais, colares, brincos, pulseiras e anéis ornamentais não devem se usados.”1



2. USO RESTRITO DE JÓIAS FUNCIONAIS

Sem dúvida esta é a área que tende a criar confusão nas mentes de alguns adventistas que preferem ter todos os tipos de jóias como sendo do mau, ou entre aqueles que preferem rejeitar o padrão, mas preservar o princípio por trás dele. Permitindo o uso limitado de jóias funcionais, a igreja está seguindo a posição bíblica. A questão com a qual se depara consiste em definir o que é jóia funcional, e a partir de que ponto esta passa a ser ornamental.

Partindo-se do princípio de que a maioria das sociedades tem um entendimento cultural do que vem a ser jóia funcional, não será difícil identifica-las. O que cada um precisa perguntar é: Qual é o objetivo desta peça em minha cultura? Se não se conseguir descobrir o objetivo, este é provavelmente ornamental. No mundo ocidental as jóias funcionais são fáceis de se identificar, porque suas funções são intrínsecas a suas possibilidades de marketing e satisfazem a necessidades específicas na vida do indivíduo. Por exemplo, o relógio foi feito com o objetivo expresso de nos informar as horas; uma aliança de casamento já é vendida como aliança de casamento; e abotoaduras são manufaturadas para unir os punhos da camisa. O broche pode ser um ornamento funcional se for usado para manter unidas duas ou mais peças de roupa.

Obviamente, uma jóia funcional pode ser feita de maneira que sua função ornamental sobrepuje qualquer outro objetivo.Neste caso ela deve ser considerada inapropriada para um cristão. Sobre que base isto deve ser decidido? A solução que o texto bíblico sugere é o uso de princípios bíblicos para determinar o que é e o que não é apropriado como adereços pessoais. Provavelmente poderiam ser identificados vários princípios, mas a igreja aponta os três mais importantes: simplicidade, modéstia e economia. Jóias funcionais devem ser avaliadas com base nestes três princípios.



“Simplicidade”, apesar de não ser um termo muito comum na Bíblia, é considerada uma importante virtude cristã. No novo testamento o termo grego haplotes parece ser o mais importante usado para expressar conceitos de simplicidade, singeleza e sinceridade. 2 A utilização deste termo na tradução grega do velho testamento e no novo testamento indica que simplicidade consiste em compromisso indivisível a um único objetivo, o serviço de Deus. É caracterizado pela ausência de comportamento ambíguo ou duplo (2 cor 11:3; Mat 6:22). Na verdade “Ao contrário de pessoas duplas, aqueles que dividem o coração, aqueles que são simples, não tem outra preocupação que não seja fazer a vontade de Deus e observar Seus preceitos; sua existência é uma expressão de compaixão e retidão”. 3



A simplicidade, sendo um total dar-se a si mesmo ao Senhor e à Sua vontade, está expressa na maneira como agimos e como nos adornamos. Jóias funcionais devem revelar que o centro de nossas vidas está na nossa aliança com o Senhor e não em nossa própria ostentação. Um coração não dividido mostrará sua total lealdade ao Salvador através de um estilo de vida dedicado ao Seu serviço e ao próximo. O princípio da simplicidade na escolha de jóias funcionais, então, significa que estas peças devem testificar que vivemos uma vida irrepreensível e despretensiosa, exclusivamente orientada para nosso Salvador e Senhor. Isto é sem dúvida a singeleza de um coração simples. 4


A palavra “modéstia” é usada por Paulo em sua discussão a respeito de adereços próprios aos cristãos (1Tim 2:9), e significa o respeito próprio determinado por uma vida que agrada ao Senhor. Conseqüentemente leva a evitar excessos ou extremos e reconhece e aceita os limites do que é propício. O que é propício não é simplesmente o que a sociedade estabeleceu, mas basicamente o que foi especificado nas instruções dadas pelos apóstolos para a comunidade dos crentes.Quando as instruções dadas aos cristãos coincidem com os valores da sociedade, a igreja é beneficiada, pois seus valores não entrarão em conflito com os valores dos não crentes. Em resumo, jóias funcionais modestas evitam chamar a atenção para o eu, e são leais aos parâmetros cristãos do que é propício.


O termo “economia” é difícil de ser definido, porque é diferente para cada pessoa. O que custa barato pode, em longo prazo se tornar caro e o que custa caro pode ser mais econômico. Nos textos bíblicos referentes a jóias, o princípio da economia não é enfatizado. Entretanto, a Bíblia nos orienta diligentemente sobre a mordomia concernente a nossos recursos financeiros e sobre como temos que dar conta deles a Deus. 5 No caso de jóias funcionais “economia “provavelmente significa que a partir do momento em que jóias caras geralmente tendem a ser para ostentação, temos que evitar compra-las, e que investir grandes somas de dinheiro no que é, sob ponto de vista bíblico, de pequeno valor para a vida cristã, viola nossa responsabilidade de mordomos do Senhor.



3. SÍMBOLO DE STATUS SOCIAL

Usar jóias como símbolo de status social e poder é em poucos casos tolerado na Bíblia, e em outros casos, reprovado. Este fenômeno deve nos alertar a sermos cuidadosos ao lidarmos com esta função particular das jóias na igreja. Aqui nos deparamos com uma situação na qual a prática cultural ao redor do mundo tem grande influência no que for decidido pela igreja. Por exemplo, oficiais militares usualmente expõem insígnias e medalhas que identificam suas patentes e atos de bravura. Esta é uma prática cultural bem aceita e a igreja pode considerar este tipo de jóia como funcional. Outro exemplo: o anel de formatura parece apenas servir para mostrar nossa superioridade sobre outros que, por inúmeras razões, não alcançaram o mesmo que nós, academicamente. É esta uma jóia funcional propícia? Provavelmente não. Mas talvez, o princípio que nos governa seja que qualquer atitude, símbolo ou ação que introduza distinções sociais desnecessárias entre os cristãos deve ser avaliada cuidadosamente e sempre que possível deposta aos pés da cruz de Cristo, onde há igualdade de pecados e de graça. A ênfase deve ser colocada no que une e não no que separa.



4. PRINCÍPIOS VERSUS PADRÕES

Os padrões a respeito das jóias (rejeição de jóias ornamentais; uso restrito de jóias funcionais) e os princípios que as regulam (simplicidade, modéstia e economia), tem relevância permanente no tempo e na cultura. Estes princípios podem e devem ser usados para determinar o que é apropriado com respeito ao uso de jóias funcionais. Neste caso particular, a igreja não deve fazer listas do que é ou não apropriado, mas deve guiar e permitir aos seus membros, sob a direção do Espírito Santo, a aplicar os princípios bíblicos a cada diferente cultura. Temos que reconhecer que há determinadas áreas na vida cristã em que o indivíduo deve decidir o que fazer, particularmente com seu Deus. Isto é na verdade um sinal de maturidade espiritual. É possível e até provável que muitos usarão erroneamente esta liberdade, mas isto não é desculpa para negar a liberdade dada a nós pela própria Bíblia.



B. PERIGOS ASSOCIADOS AOS PADRÕES SOBRE JÓIAS

Qualquer padrão pode ser mal interpretado ou mal aplicado, perdendo seu objetivo de contribuir para o bem estar do cristão. O padrão bíblico sobre jóias não é exceção. Exploraremos agora alguns perigos que encontraremos ao enfatizarmos a aceitação do padrão cristão a respeito das jóias, e daremos algumas sugestões a respeito de como lidar com eles em nossas vidas.



1. PECADO E O USO DE JÓIAS

Não há dúvidas de que de acordo com a Bíblia pecado é muito mais do que uma ação que vem a prejudicar o próprio indivíduo ou a outros. Pecado é a condição sob a qual existimos; ele corrompeu nossa natureza a tal ponto que o que quer que façamos precisa ser mediado através de Cristo para ser aceito por Deus. Nenhuma de nossas ações seja “boa” ou “má” está livre da mancha do pecado. Podemos dizer que o pecado precede as ações pecaminosas. Este estado pecaminoso em que existimos não será erradicado até aquela gloriosa manifestação de segunda vinda de Jesus.


Enquanto isso, o Espírito de Deus trabalha em nossos corações, não permitindo que nossa natureza de pecado tome as rédeas de nosso ser e nos leve a um comportamento pecaminoso. O domínio do pecado sobre nós é intensificado e fortificado através de nossos atos pecaminosos. Não seria banalizar o pecado defini-lo como atos cometidos contra a vontade de Deus que nos prejudicam e, em muitos casos, a outros. Pecado é matar alguém, roubar e trabalhar durante as horas do sábado, porque nestes atos pecaminosos está implícito o domínio que o pecado tem sobre nós. Superar estes atos de pecado significa vencer o pecado como ação e também como estado. Esta é a vitória que o Senhor deseja para nós.


O fato de que o padrão a respeito das jóias envolve atitudes exteriores não banaliza o pecado6, ao contrário, nos informa como o Espírito pode limitar o poder, domínio e incrustação do pecado em nossas vidas. Pode se dizer que a obediência específica aos mandamentos de Deus é proclamar a soberania Dele em nossas vidas. Isto obviamente não significa que nossa natureza está para sempre livre do pecado; mas sim que estamos aguardando com alegria o dia em que isso acontecerá.



2. LEGALISMO E JÓIAS

O perigo mais ameaçador que os que valorizam a obediência à lei de Deus e aos ensinamentos bíblicos têm que enfrentar é o legalismo. Este distorce a obediência criando uma religião monstruosa que destrói a essência da mensagem cristã de salvação exclusivamente em Cristo, e neste processo cultiva o orgulho no indivíduo. Esta ameaça é encontrada não só pelos que aceitam o padrão bíblico sobre as jóias, mas também por qualquer um que procura obedecer ao Senhor. No caso das jóias, uma remoção legalista das jóias ornamentais e o uso das jóias funcionais simples, modestas e econômicas, destroem os intentos do padrão, porque ao invés da humildade e do negar-se a si mesmo, vem o egoísmo e o orgulho.


O legalismo vem sempre acompanhado da crítica. No caso do uso das jóias, aqueles que aceitam o padrão bíblico, podem ser tentados a se sentirem superiores àqueles que ainda têm dúvidas a respeito. Obviamente, isto também se aplica à observância do sábado, devolução dos dízimos ou trabalho missionário. Então, não se trata simplesmente de jóias, mas da fraqueza do coração humano, que às vezes transforma o que seria obediência a Deus em orgulho e exaltação própria. É necessário estar ciente do fato de que a obediência genuína é uma humilde expressão de gratidão ao nosso Salvador e Senhor pelo que fez por nós na cruz. Nossa obediência é uma oferta de amor a Deus e Ele não espera que comparemos o que ofertamos a Ele com o que outros estão ofertando.Quando tentamos ajudar a outros na vida cristã, temos que mostrar amor e não condenação e rejeição.



3. PRINCÍPIOS, JÓIAS, CASAS, CARROS?

Não há dúvida de que os princípios de simplicidade, modéstia e economia se estendem além da esfera de adereços e vestimenta pessoal. Devemos procurar aplica-los na maior abrangência possível em toda a dimensão da nossa caminhada com Deus. Talvez, por vezes a igreja tenha, não intencionalmente, tido a tendência de aplica-los somente na área de adereços e vestimenta. Se este for o caso, o apelo à igreja é para que expanda a aplicação desses princípios para vários outros aspectos da vida cristã. Nesta tarefa, ela deve ter muito cuidado para não criar novos padrões que irão colocar fardos nos ombros de seus membros.


Ninguém pode esperar que a igreja decida por seus membros qual é o carro modesto e econômico, a casa modesta ou o relógio simples. Nesta área a igreja deverá apenas ensinar os princípios cristãos e confiar que seus membros os usarão sabiamente ao tomarem suas decisões diárias. A pergunta óbvia é: Por que então não podemos fazer o mesmo em se tratando de jóias ornamentais? A resposta é simples: A Bíblia nos mostra um padrão específico a este respeito, conseqüentemente, a igreja tem que ensina-lo. Nas áreas em que a Bíblia esclarece o assunto, não podemos ignorar sua sabedoria, mas sim aproveita-la. No que concerne a outras áreas, devemos deixar que o Espírito Santo trabalhe nos corações daqueles que dizem viver uma vida que agrada a Deus.



4. GÊNERO E O USO DE JÓIAS

Tem havido uma tendência na igreja de ligar o assunto do uso de jóias exclusivamente aos membros do sexo feminino. Isto é até certo ponto compreensível, se levarmos em consideração o fato de que até recentemente a maioria das jóias ornamentais no mundo ocidental eram usadas principalmente por mulheres, e que algumas das passagens bíblicas foram direcionadas especificamente para elas. Mas está claro que o caso das jóias nos tempos bíblicos concerne a ambos os gêneros e que hoje as jóias tem sido usadas tanto por homens quanto por mulheres. Então não devemos lidar com este tópico como se fosse um problema feminino, mas encara-lo como realmente é, um impasse humano.


C. CONCLUSÃO

O assunto sobre as jóias não deve desviar nossa atenção das boas novas de salvação através da fé em Jesus. É no contexto do evangelho que devemos ensinar os padrões bíblicos sobre as jóias; de outra forma cairemos na armadilha do legalismo ou da crítica. Nestes ensinamentos devemos mostrar claramente que jóias ornamentais devem ser rejeitadas, mas as funcionais não. Às vezes pode se tornar difícil fazer a distinção entre os 2 tipos, mas geralmente não é o caso.


As jóias funcionais podem ser facilmente identificadas na maioria das culturas, então devemos permitir que a prática cultural nos informe. Em outras palavras, jóias funcionais não são definidas por desejos pessoais, mas por crenças e práticas culturais respeitáveis. A igreja precisa reconhecer, por exemplo, que em algumas culturas o colar é usado para indicar que a mulher que o está usando é casada; enquanto em outras culturas ele é um simples adorno. Na primeira situação, o colar é aceitável, mas na segunda deve ser rejeitado. Na escolha das jóias funcionais os cristãos devem seguir os princípios bíblicos de simplicidade, modéstia e economia.


Este apanhado sobre a questão das jóias está baseado no fato de que a Bíblia combina um padrão específico (rejeição de jóias ornamentais e uso restrito de jóias funcionais) com uma série de princípios a serem utilizados na escolha das jóias funcionais. Para que a igreja permaneça fiel às escrituras é necessário que ambos sejam ensinados.





Por ANGEL MANUEL RODRIGUEZ
Tradução: Dra.Silma Almeida

03 março 2010

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A Roupa da Mulher Adventista – A Calça




Talvez o uso da calça seja uma das questões mais polêmicas quando falamos em modéstia cristã e roupa da mulher adventista. Muitas pessoas se opõem definitivamente ao uso da calça, enquanto outras acham que não tem nada a ver o uso da mesma, inclusive dentro da Igreja. Enfim… a discussão existe desde que se criaram as calças femininas e permanece até hoje.

O que a Palavra de Deus e o Espírito de Profecia dizem sobre esse assunto?

Muita gente, que é contra o uso de calça por mulheres, utiliza o seguinte texto bíblico: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.” Deuteronômio 22:5. De acordo com o Pastor Yuri Ravem, no artigo publicado no Advir, denominado “O Uso da Calça Comprida Para as Mulheres”, “ “Este texto se refere, segundo seu contexto histórico, à roupas íntimas, pois na época o vestuário era praticamente o mesmo para ambos os sexos (geralmente a túnica). A idéia do texto é proibir o homossexualismo, e não proibir calça comprida para as mulheres ou qualquer tipo de vestuário específico. A verdade é que nesta época nem havia calça comprida como as de hoje, então, como dizer que esse verso as proíbe?”.

Os princípios presentes na Bíblia e no Espírito de Profecia a respeito da roupa, dizem respeito aos seguintes aspectos: Modéstia, Saúde e Decência.

“O amor ao vestuário põe em perigo a moral e torna a mulher o oposto da senhora cristã, caracterizada pela modéstia e a sobriedade. A roupa aparatosa, extravagante, encoraja muitas vezes o sensualismo no coração do que a usa, e desperta as paixões inferiores no coração do observador. Deus vê que a ruína do caráter é freqüentemente precedida pela condescendência com o orgulho e a vaidade no vestir. Nota Ele que o vestuário dispendioso sufoca o desejo de fazer o bem.” . (Conselhos Sobre Saúde, p. 602)



“Toda peça de roupa deve ser modesta e simples, sem adornos desnecessários, para que assim possa haver pouco trabalho para lavá-la e passá-la a ferro. Deve especialmente cada peça que entra em contato com a pele ser conservada limpa e livre de qualquer odor ofensivo. Coisa alguma de caráter irritante deve tocar o corpo das crianças, nem se deve permitir que sua roupa os aperte de qualquer maneira. Caso se desse mais atenção a esse assunto, muito menos impureza seria praticada. Christian Temperance and Bible Hygiene, pág. 142.” (Orientação da Criança, p. 462)



Nesse contexto, podemos entender que o problema não é usar calça, mas que calça usar. Da mesma forma como muitas saias e vestidos podem ser inadequados, a calça pode ser uma peça modesta, decente e que não gere prejuízos à saúde. Contudo é preciso sabedoria e discernimento para escolher a calça certa.

Além disso, a calça também tem seu momento e lugar. Existem atividades que não podem ser realizadas de saia, pois podem representar risco de acidente (como em uma escalada), ou e expor o corpo da mulher (como em alguns ambientes de trabalho), entre outros. Mas existem situações em que a calça também não convém, como na Igreja. Talvez a questão seja mais relacionada ao costume que trazemos em nossa Igreja, e o problema maior fosse escandalizar irmãos e irmãs que não concordam com o uso de calça na Igreja. E aqui entra um sábio conselho: “Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.” Romanos 14:13
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Adventistas, Cafeína e Tradições





Costumamos pensar que nossa fé e crenças possuem fundamento bíblico, e que ao contrário de outras religiões, não fazemos ou deixamos de fazer coisas somente por tradição. Bem… essa é uma grande falácia! Precisamos refletir um pouco acerca de tradições que têm tirado de nossas mentes o foco da mensagem. Na verdade, essas tradições são sutis, e muitas vezes nem às vemos como tradições!

Não quero focar as nossas tradições, nem enumerá-las e discutí-las aqui. Quero apenas começar essa conversa incluindo nossas práticas em relação à cafeína no conjunto de nossas tradições, naquele conjunto de coisas que aprendemos de nossos pais e irmãos da igreja, que muitas vezes não conhecemos os fundamentos, e que fazemos porque quando nascemos já era assim!

Como adventistas, costumamos dizer que não tomamos café. Quando alguém nos pergunta o por quê de não tomarmos café, alguns respondem que é por causa da cafeína, outros dizem que é costume da Igreja, e outros se calam pois não sabem o que responder. Você sabe por que os adventistas não tomam café?

Ellen White nos alerta quanto a ingestão de alimentos estimulantes. A cafeína é uma substância estimulante presente em vários alimentos, entre eles o café. De acordo com o artigo científico “Consumo de Cafeína e Prematuridade”, publicado na “Revista de Nutrição”, “as maiores fontes de cafeína são café, chá, chocolate e refrigerantes do tipo cola.” Mais a frente o artigo diz: “A cafeína é, provavelmente, a droga mais freqüentemente ingerida no mundo, sendo consumida por pessoas em todas as idades.”

O Que é cafeína: chamada de trimetilxantina. Trata-se de um derivado da xantina correlato ao ácido úrico formado no organismo e um tóxico a ser excretado pelos rins. É encontrado no café, no chá verde, no chá preto, no chá mate, em bebidas à base de cola e em menores quantidades no chocolate.


Foram publicados há algum tempo no advir, três artigos sobre a cafeína :
“Os Adventistas e a Cafeína”,
“O Efeito da Cafeína”,
“Adventistas e a Coca-Cola“.

16 fevereiro 2010

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História da Igreja Adventista






Em apenas um século e meio, a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem crescido de um punhado de pessoas, que diligentemente estudaram a Bíblia a procura da verdade, para uma comunidade mundial de mais de oito milhões de membros e, outros milhões, que consideram a Igreja Adventista seu lar espiritual. Doutrinariamente, os Adventistas do Sétimo Dia são herdeiros do supradenominacional movimento Milleriano da década de 1840. Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a denominação não foi oficialmente organizada até 21 de maio de 1863, quando o movimento incluía cerca de 125 Igrejas e 3.500 membros.

Entre 1831 e 1844, Guilherme (William) Miller - um pregador Batista e ex-capitão de Exército da Guerra de 1812 - lançou o grande despertar do segundo advento, o qual eventualmente se espalhou através da maioria do mundo cristão. Baseado em seu estudo da profecia de Daniel 8:14, Miller calculou que Jesus poderia retornar a Terra em 22 de outubro de 1844. Quando Jesus não apareceu os seguidores de Miller experimentaram o que veio a se chamar “O Grande Desapontamento”.

A maioria dos milhares que haviam se juntado ao movimento saiu em profunda desilusão. Uns poucos, no entanto, voltaram para suas Bíblias para descobrirem porque eles tinham sido desapontados. Logo eles concluíram que a data de 22 de outubro tinha na verdade estado correta, mas que Miller tinha predito o evento errado para aquele dia. Eles se convenceram que a profecia bíblica previa não o retorno de Jesus à Terra em 1844, mas que Ele começaria naquela data um ministério especial no céu para Seus seguidores. Assim, eles continuaram a esperar pelo breve retorno de Jesus, como fazem os Adventistas do Sétimo Dia ainda hoje.

Deste pequeno grupo que se recusou a desistir depois do grande desapontamento, surgiram vários líderes que construíram a base do que viria a ser a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Destacam-se dentre estes líderes um jovem casal - Tiago e Ellen White - e um capitão de navio aposentado, José Bates.

Este pequeno núcleo de “adventistas” começou a crescer - principalmente nos estados da Nova Inglaterra na América do Norte - aonde o movimento de Miller havia começado. Ellen White, apenas uma adolescente na época do grande desapontamento, desenvolveu-se em uma dotada escritora, oradora e administradora, se tornando, e permanecendo, a conselheira espiritual de confiança da família Adventista por mais de 70 anos até sua morte em 1915. Os primeiros Adventistas vieram a acreditar - como têm os Adventistas desde então - que ela desfrutou da direção especial de Deus enquanto ela escrevia seus conselhos para o crescente grupo de crentes.

Em 1860, em Battle Creek, Michigan, EUA, um punhado de congregações de Adventistas escolheu o nome Adventista do Sétimo Dia e em 1863 organizaram formalmente o corpo da Igreja com um número de 3.500 membros. No princípio, a atuação foi em grande parte limitada a América do Norte, até 1874 quando o primeiro missionário da Igreja, John Nevins Andrews, foi enviado para Suíça. A obra na África foi iniciada timidamente em 1879 quando Dr. H. P. Ribton, um recente converso na Itália, se mudou para o Egito e abriu uma escola, mas o projeto terminou quando tumultos começaram a surgir nas vizinhanças. O primeiro país cristão não-protestante a receber a Igreja foi a Rússia, aonde um ministro adventista foi enviado em 1886. Em 20 de outubro de 1890, a escuna Pitcairn foi lançada em São Francisco e logo designada para levar missionários para as ilhas do Pacífico. Missionários Adventistas do Sétimo Dia entraram pela primeira vez em países não-cristãos em 1894 - Costa Dourada (Gana), oeste da África, e Matalbeleland, África do Sul. No mesmo ano, missionários vieram a América do Sul, e em 1896 havia representantes no Japão. A Igreja hoje tem atuação estabelecida em 209 países.

A publicação e distribuição de literaturas foram os principais fatores no crescimento do movimento do Advento. A ‘Advent Review’ e o ‘Sabbath Herald’ (hoje ‘Adventist Review’), órgão geral de comunicação da Igreja, foram lançados em Paris, Maine, em 1850; o ‘Youth’s Instructor’ em Rochester, Nova Iorque, em 1852; e o ‘Signs of the Times’ em Oakland, Califórnia, em 1874. A primeira Casa Publicadora denominacional em Battle Creek, Michigan, começou a operar em 1855 e foi devidamente incorporada em 1861 com o nome de Associação de Publicação Adventista do Sétimo Dia.

O Instituto de Reforma da Saúde, conhecido mais tarde como Sanatório Battle Creek, abriu suas portas em 1866, e a obra da sociedade missionária foi estabelecida em nível estadual em 1872, e 1877 viu a formação das Associações das Escolas Sabatinas em todo o Estado. Em 1903, a sede da denominação se mudou de Battle Creek, Michigan, para Washington, D.C., e em 1989 para Silver Spring, Maryland, aonde ela continua a formar o nervo central do trabalho sempre em expansão.


Fonte: www.mpv.org.br